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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Peregrinos dão belo exemplo

Após receber mais de 3,5 milhões de pessoas neste domingo, a praia de Copacabana amanheceu sem acúmulo do lixo. A limpeza começou já durante o evento, pela manhã, e foi concluída às 2h desta segunda-feira.

Além do eficiente trabalho dos funcionários da Comlurb, outro fato determinante para esse resultado foi a iniciativa dos peregrinos. Após o término da Missa de Envio, eles começaram a recolher o lixo da areia. Um belo exemplo de cidadania, educação e zelo pela cidade.

O Rio gasta R$ 600 milhões para limpar a sujeira jogada no lugar errado. Se reduzíssemos em 15% de todo esse lixo, o dinheiro economizado daria para construir 22 creches, 30 clínicas da família ou 1.184 casas populares.

Vale lembrar que a prefeitura vai começar a multar quem jogar lixo nas ruas do Rio. As multas variam de acordo com o tamanho do lixo, e vão de R$ 157 a R$3 mil. 

O objetivo é acabar com esse péssimo hábito que algumas pessoas têm de jogar detritos nas vias públicas. A intenção também é criar um efeito constrangedor e incentivar o carioca a ter cuidado com o espaço público. Trata-se de uma lei educativa. 

Acho triste ter que criar uma lei para que as pessoas tenham mais educação. Mas acho que precisamos, sim, criar um mecanismo para que haja uma mudança cultural e definitiva no comportamento das pessoas, conscientizando a todos sobre a importância de se manter uma cidade limpa. 

Vamos sair do posto da 9 ª cidade mais suja do mundo! Lugar de lixo é no lixo!

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Papa Francisco critica liberação das drogas. Está certíssimo!

O Papa Francisco fez ontem um duro discurso contra a liberalização das drogas na América Latina, durante a inauguração de uma ala para o tratamento de dependentes químicos no Hospital São Francisco de Assis, na Tijuca, No Rio. "Não é deixando livre o uso das drogas, como se discute em várias partes da América Latina, que se conseguirá reduzir a difusão e a influência da dependência química" disse o Papa, que chamou os traficantes de "mercadores da morte".

Concordo plenamente com a opinião do Pontífice. Muitos dizem que a política de repressão não deu certo no mundo. E daí pergunto: e a política da liberação deu? A Holanda, por exemplo, é um país que já revê essa liberação. Pesquisas revelam que 67% da população holandesa são a favor de medidas mais rígidas.

A experiência holandesa não é a única na Europa. Zurique, na Suíça, também precisou voltar atrás na tolerância com as drogas. O bairro de Langstrasse, onde as autoridades toleravam bordéis e o uso aberto de drogas, tornou-se território sob controle do crime organizado. A prefeitura coibiu o uso público de drogas.

Em Copenhague, na Dinamarca, as autoridades fecharam o cerco ao Christiania, bairro ocupado por uma comunidade alternativa desde 1971. A venda de maconha era feita em feiras ao ar livre e tolerada pelos moradores e autoridades, até que, em 2003, a polícia passou a reprimir o tráfico de drogas no local.

A Suécia, país que possuiu a menor taxa de dependência em toda a Europa, optou por uma política de "tolerância zero" em relação ao tráfico e ao consumo de drogas. Isso proporcionou uma redução considerável do problema nas últimas décadas e fez o país sair de um patamar de 12% de dependentes químicos, na década de 1980, para 2% atualmente.

A "tolerância zero" foi uma decisão unânime da sociedade sueca e a política antidrogas se tornou uma prioridade nacional, envolvendo órgãos governamentais, não-governamentais, polícias, fiscalização aduaneira, serviços de assistência social, grupos de voluntários, instituições privadas, escolas, igrejas e as famílias. As crianças e os jovens são os alvos principais das medidas preventivas instituídas por essa política.

É fato que o uso de drogas envolve questões de saúde pública e de segurança, pois o consumo desenfreado pode levar as pessoas a cometerem mais crimes.

A sociedade brasileira não está preparada para essa liberação. É preciso impor limites e sanções!

Participei da Comissão que criou o substitutivo da nova Lei Antidrogas, que aumenta a pena para traficantes de 5 para 8 anos de cadeira, e permite a internação involuntária de dependentes químicos. 

Ressalto que sempre defendi a internação involuntária porque acredito ser uma possibilidade de salvar vidas. Estamos falando de pessoas que não têm família, vivem nas ruas e não fazem outra coisa a não ser se drogar. Presas ao vícios, essas pessoas perdem a liberdade de viver.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Bem-vindos!

O Papa Francisco desembarca hoje no Rio de Janeiro para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ). O primeiro papa latinoamericano e jesuíta da história chega para presidir o evento, que deve contar com a participação de mais de 1,5 milhão de pessoas. É a primeira viagem do Papa ao exterior desde que assumiu o pontificado, em março.

O megaevento não é importante apenas para os católicos, mas traz um impacto muito positivo no setor turístico, atraindo turistas de todas as partes do mundo para a nossa cidade e, é claro, mais investimentos.

A JMJ é uma fonte de geração de empregos e movimentação econômica. Para se ter uma ideia, a última JMJ, realizada na Espanha, rendeu aos cofres  de Madri aproximadamente 354 milhões de euros, algo superior a 1  bilhão de reais, e custou 100 milhões para o governo espanhol, que teve um saldo de 254 milhões de Euros.

Ao sediar megaeventos como esse, o País também aumenta a visibilidade. Em 2012, o Brasil cresceu 20% na realização de eventos internacionais e pulou para a sétima posição entre os países que mais realizam eventos. No ano passado, entraram mais de R$ 13 bilhões no país com a visita de turistas estrangeiros.

Esse número vem crescendo a cada ano. E, certamente, vai aumentar ainda mais no ano que vem com a Copa do Mundo. 

Então, apesar de o Estado ser laico, do ponto de vista econômico, político e social a  JMJ é muito importante para o Brasil. Por isso, seja bem-vindo Papa Francisco e todos os peregrinos!

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Rio terá 4 feriados para receber Papa e fiéis da Jornada

O prefeito Eduardo Paes encaminhou ontem projeto para votação na Câmara de Vereadores em que decreta feriado, em julho, nos dias 23 (a partir das 16h), 25, 26 (em horário integral) e 29 (até o meio-dia). Nestes dias,  o Papa Francisco estará na cidade para participar da Jornada Mundial da Juventude.  A estimativa é que 1,5 milhão de fiéis participem do evento. Somente de ônibus, serão 20 mil de outros estados e países — o dobro da frota que circula hoje na capital.

A proposta levada para votação exclui do feriado as atividade de comércio de rua, bares, shoppings, pontos turísticos e galerias. Outro detalhe do projeto é que, no dia 23 de julho, os estabelecimentos públicos e privados poderão iniciar as suas atividades mais ce-
do, para compensar o término antecipado do expediente.

A decisão do prefeito tem o objetivo de minimizar os impactos na cidade, com um evento dessa dimensão.

Mas é importante que o carioca entenda e colabore para melhorar a mobilidade na cidade durante a realização da Jornada.