Em protesto à morte do jovem Douglas Rafael da Silva Pereira, pessoas atacaram a sede da UPP do Pavão-Pavãozinho, nesta madrugada. É compreensível o sentimento de revolta e indignação, mas é importante que a população não desista de acreditar nas forças de pacificação.
As Unidades de Polícia Pacificadora começaram a mudar o cenário da segurança no Rio de Janeiro, desde dezembro de 2008, com a implantação da primeira UPP, na favela Santa Marta, em Botafogo.
De lá pra cá, a cidade vive em clima esperança. As comunidades que não receberam uma UPP, ainda, esperam ansiosas pela sua hora de pacificação.
A implantação de cada Unidade significa a retomada do território e o renascimento de mais uma região livre do poder paralelo. Isso representa vida nova para mais cariocas.
Não podemos retroceder na política de pacificação.
A UPP veio para ficar.
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quarta-feira, 23 de abril de 2014
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Jovens demais para morrer
Terrível o que ocorreu na madrugada de ontem, na boate Kiss, em Santa Maria. Uma tragédia sem precedentes, que causou dor e muita tristeza a tantas famílias no Rio Grande do Sul.
Quero primeiro me solidarizar com essas pessoas que perderam seus familiares na boate Kiss. Nenhuma palavra pode confortar a dor de quem perdeu um filho. Que Deus possa acalmar seus corações. A cada notícia que leio sobre esta tragédia, penso na dor destas famílias. O que ocorreu em Santa Maria só aumenta a minha convicção de que as prefeituras devem fiscalizar com rigor ambientes desse tipo. O incêndio da boate Kiss foi o segundo maior da história do país. Com um número assustador de 231 mortos e 106 feridos.
O que causa mais revolta em todos foi o número de mortos ter sido tão grande, mais que o dobro do número de feridos. Ainda é cedo para emitirmos opinião sobre culpados. Mas diante de tantos relatos comoventes, a gente percebe que essa catástrofe poderia ter sido evitada.
É inadmissível a sequencia de erros. Uma única porta de entrada e saída para um lugar tão grande, seguranças que impediram a fuga imediata das pessoas na hora do incêndio, show pirotécnico num ambiente fechado e coberto de espuma altamente inflamável. E isso tudo num local com cerca de 1200 pessoas, sem plano de prevenção e controle de incêndios e saídas de emergência. Com pelo menos um extintor sem funcionar. E sem alvará do Corpo de Bombeiros, segundo o depoimento de um dos sócios do local. Não entendo como uma boate sem alvará funcionava.
Nada vai minimizar a dor dessas famílias, mas espero que, no mínimo, justiça seja feita. gente realmente espera que, no mínimo, empresários e órgãos que devem fiscalizar, aprendam com a tragédia para que isso nunca mais ocorra novamente.
Eu como pai me solidarizo com os pais que perderam seus filhos de forma tão trágica. Moças e rapazes entre 18 e 21 anos, a maioria universitários. Jovens demais. Jovens demais para morrer.
Quero primeiro me solidarizar com essas pessoas que perderam seus familiares na boate Kiss. Nenhuma palavra pode confortar a dor de quem perdeu um filho. Que Deus possa acalmar seus corações. A cada notícia que leio sobre esta tragédia, penso na dor destas famílias. O que ocorreu em Santa Maria só aumenta a minha convicção de que as prefeituras devem fiscalizar com rigor ambientes desse tipo. O incêndio da boate Kiss foi o segundo maior da história do país. Com um número assustador de 231 mortos e 106 feridos.
O que causa mais revolta em todos foi o número de mortos ter sido tão grande, mais que o dobro do número de feridos. Ainda é cedo para emitirmos opinião sobre culpados. Mas diante de tantos relatos comoventes, a gente percebe que essa catástrofe poderia ter sido evitada.
É inadmissível a sequencia de erros. Uma única porta de entrada e saída para um lugar tão grande, seguranças que impediram a fuga imediata das pessoas na hora do incêndio, show pirotécnico num ambiente fechado e coberto de espuma altamente inflamável. E isso tudo num local com cerca de 1200 pessoas, sem plano de prevenção e controle de incêndios e saídas de emergência. Com pelo menos um extintor sem funcionar. E sem alvará do Corpo de Bombeiros, segundo o depoimento de um dos sócios do local. Não entendo como uma boate sem alvará funcionava.
Nada vai minimizar a dor dessas famílias, mas espero que, no mínimo, justiça seja feita. gente realmente espera que, no mínimo, empresários e órgãos que devem fiscalizar, aprendam com a tragédia para que isso nunca mais ocorra novamente.
Eu como pai me solidarizo com os pais que perderam seus filhos de forma tão trágica. Moças e rapazes entre 18 e 21 anos, a maioria universitários. Jovens demais. Jovens demais para morrer.
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