O Uruguai prepara início da venda de maconha regulamentada.
Nas próximas semanas, o Presidente José Mujica assinará a Lei 19.172, que vai disciplinar a produção, consumo e distribuição da erva.
Com essa medida, o nosso vizinho vai cometer o absurdo de se tornar o primeiro mercado legal e estatal da maconha no mundo.
Para mim, que sou completamente contrário à liberação da maconha, essa medida pode ser o início do fim de toda uma geração de jovens uruguaios, que a partir de agora, poderão usar e fumar livremente, com o aval do Estado.
Será que alguém acredita que isso vai diminuir o consumo de drogas? Que vai acabar com o narcotráfico? E que o governo do Uruguai vai conseguir controlar esse mercado?
É claro que não.
Temo pelos adolescentes uruguaios. Porque quem já esteve numa cracolândia sabe que, na maioria das vezes, a maconha é a porta de entrada do usuário de crack.
O governo uruguaio pode estar assinando a sentença de morte de toda uma geração.
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segunda-feira, 28 de abril de 2014
quinta-feira, 6 de março de 2014
Brasil está consumindo mais cocaína
Em reportagem publicada no jornal O Estado de São Paulo, na terça-feira, 4, o Brasil aparece subindo num ranking muito negativo. Segundo o Conselho Internacional de Controle de Narcóticos, entidade ligada à Organização das Nações Unidas (ONU), o consumo de cocaína no nosso país mais que dobrou em menos de dez anos e já é quatro vezes superior à média mundial. A entidade também critica a liberalização do consumo de maconha no Uruguai e regiões dos EUA e alerta: jovens sul-americanos parecem ter uma "baixa percepção do risco" que representa o consumo de maconha.
Em 2005, a entidade apontava que 0,7% da população entre 12 e 65 anos consumia cocaína no Brasil. Ao fim de 2011, a taxa chegou a 1,75%. De acordo com os dados da ONU, o consumo brasileiro é bem superior à média mundial, de 0,4% da população. A média brasileira também supera a da América do Sul, com 1,3%, e é mesmo superior à da América do Norte, com 1,5%.
O Brasil se consolidou não apenas como rota da cocaína dos Andes para a Europa como também passou a ser um mercado fundamental. Em 2012, as maiores apreensões de cocaína no Brasil ocorreram a partir de carregamentos da Bolívia, seguidos por Peru e Colômbia.
A agência de fiscalização de drogas da Nações Unidas declarou que a legalização da maconha nos Estados Unidos, nos estados do Colorado e Washington, é uma ameaça à luta internacional contra os abusos de drogas.
No relatório, o Conselho Internacional de Controle de Narcóticos informou que "lamenta profundamente" os avanços dos dois estados norte-americanos no sentido de eliminar as restrições de comercialização e uso da maconha. O conselho disse que a legalização viola as convenções de controle de drogas e chamou as autoridades nacionais a bloquearem os avanços dos estados. O departamento de Justiça dos Estados Unidos deixou claro de que não irá impedir as decisões dos estados, apesar da lei federal ainda proibir o consumo de maconha.
Mais uma vez, ressalto que sou contra a legalização da maconha. Ouvi muitas histórias de jovens que estão perdidos nas cracolândias da cidade e todos relatam que o primeiro contato com as drogas foi experimentando um cigarro de maconha.
Em 2005, a entidade apontava que 0,7% da população entre 12 e 65 anos consumia cocaína no Brasil. Ao fim de 2011, a taxa chegou a 1,75%. De acordo com os dados da ONU, o consumo brasileiro é bem superior à média mundial, de 0,4% da população. A média brasileira também supera a da América do Sul, com 1,3%, e é mesmo superior à da América do Norte, com 1,5%.
O Brasil se consolidou não apenas como rota da cocaína dos Andes para a Europa como também passou a ser um mercado fundamental. Em 2012, as maiores apreensões de cocaína no Brasil ocorreram a partir de carregamentos da Bolívia, seguidos por Peru e Colômbia.
A agência de fiscalização de drogas da Nações Unidas declarou que a legalização da maconha nos Estados Unidos, nos estados do Colorado e Washington, é uma ameaça à luta internacional contra os abusos de drogas.
No relatório, o Conselho Internacional de Controle de Narcóticos informou que "lamenta profundamente" os avanços dos dois estados norte-americanos no sentido de eliminar as restrições de comercialização e uso da maconha. O conselho disse que a legalização viola as convenções de controle de drogas e chamou as autoridades nacionais a bloquearem os avanços dos estados. O departamento de Justiça dos Estados Unidos deixou claro de que não irá impedir as decisões dos estados, apesar da lei federal ainda proibir o consumo de maconha.
Mais uma vez, ressalto que sou contra a legalização da maconha. Ouvi muitas histórias de jovens que estão perdidos nas cracolândias da cidade e todos relatam que o primeiro contato com as drogas foi experimentando um cigarro de maconha.
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