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segunda-feira, 1 de abril de 2013

Menos armas, menos violência!

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou, hoje, uma pesquisa que revela que a compra de armas de fogo por pessoas físicas no Brasil caiu 40,6%, após a criação do Estatuto do Desarmamento, sancionado em dezembro de 2003.

Os dados apontam que o número de aquisições de armas pelas famílias brasileiras caiu de 57 mil para 37 mil, no período entre 2003 e 2009. A Região Sul foi a única que apresentou crescimento de 21% na aquisição de armas pessoais.

Uma reportagem no jornal O Globo desta segunda informa que, segundo o estudo, os homens têm oito vezes mais chances de comprar uma arma. No entanto, essa demanda masculina sofreu uma redução de 45,1% após o estatuto. Os jovens entre 20 e 29 anos superam em 172% as pessoas vinte anos mais velhas na compra de armas, mas nesse quesito também houve queda de 51,2% entre 2003 e 2009.

Embora tenham menor renda, os analfabetos e as pessoas com até três anos de estudo compram armas com o dobro da frequência observada entre os que tem 12 anos ou mais de escolaridade.

Vamos torcer para que a compra de armas de fogo seja, cada vez, menor. Esse é um dos caminhos para diminuir a violência e evitar tragédias.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Ótima notícia!

Um estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) indica que a desigualdade social no Brasil nunca foi tão baixa. Sabemos que ela ainda é alta, mas está hoje em seu menos nível da história estatisticamente documentada, que tem início nos anos 1960. Segundo a análise dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgados no último dia 21, esse fenômeno ocorreu entre a pesquisa de 2009 e a atual.

A pesquisa revelou ainda que a queda da desigualdade aconteceu durante dez anos consecutivos, sem interrupção, o que é algo inédito. De acordo com os dados, de 2003 a 2011, 23,4 milhões de pessoas saíram da pobreza – sendo que 3,7 milhões só entre 2009 e 2011. O crescimento dos salários é o principal indicador para a melhoria e responde por 58% da diminuição da desigualdade. Em segundo lugar vem os rendimentos previdenciários, com 19% de contribuição, seguido pelo Bolsa Família, com 13%.

Os 10% restantes são benefícios de prestação continuada e outras rendas. O ideal ainda está distante, mas tudo indica que esse é o caminho certo para que o abismo social no país seja cada vez menor.