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segunda-feira, 1 de abril de 2013

Menos armas, menos violência!

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou, hoje, uma pesquisa que revela que a compra de armas de fogo por pessoas físicas no Brasil caiu 40,6%, após a criação do Estatuto do Desarmamento, sancionado em dezembro de 2003.

Os dados apontam que o número de aquisições de armas pelas famílias brasileiras caiu de 57 mil para 37 mil, no período entre 2003 e 2009. A Região Sul foi a única que apresentou crescimento de 21% na aquisição de armas pessoais.

Uma reportagem no jornal O Globo desta segunda informa que, segundo o estudo, os homens têm oito vezes mais chances de comprar uma arma. No entanto, essa demanda masculina sofreu uma redução de 45,1% após o estatuto. Os jovens entre 20 e 29 anos superam em 172% as pessoas vinte anos mais velhas na compra de armas, mas nesse quesito também houve queda de 51,2% entre 2003 e 2009.

Embora tenham menor renda, os analfabetos e as pessoas com até três anos de estudo compram armas com o dobro da frequência observada entre os que tem 12 anos ou mais de escolaridade.

Vamos torcer para que a compra de armas de fogo seja, cada vez, menor. Esse é um dos caminhos para diminuir a violência e evitar tragédias.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Contra a roubalheira!

Parlamentares de estados não produtores de petróleo conseguiram derrubar o veto da presidente Dilma Rousseff ao projeto de lei que trata da nova distribuição dos royalties o petróleo. Dos 63 senadores presentes, 54 votaram pela rejeição de todos os 142 dispositivos vetados. 

As bancadas do Rio de Janeiro e do Espirito Santo não conseguiram evitar a realização da sessão do Congresso, ontem, o que vai provocar perdas bilionárias aos dois estados. Agora, o próximo passo é entrar com ações no Supremo Tribunal Federal questionando a constitucionalidade da lei, para impedir a aplicação da nova fórmula. 

A derrubada dos vetos vai gerar insegurança jurídica, por afetar contratos já firmados. Os cálculos do governo do Rio apontam que a arrecadação estadual pode ser comprometida em R$ 3,1 bilhões por ano com a nova distribuição. 

Ontem, durante a sessão, recolhi 32 assinaturas de parlamentares de todos os partidos, num ofício que vou entregar ao governador Sérgio Cabral, propondo que sejam suspensas todas as licenças ambientais para operação de petróleo no estado. Se os estados não produtores querem morder um pedaço dos royalties, que descarreguem o petróleo também.