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terça-feira, 25 de março de 2014

Operação Força-Tarefa chega à Tijuca, HOJE

Desde o dia 18 de fevereiro, implantei a Operação Força-Tarefa, do Centro à Zona Sul, para combater pequenos delitos. A partir de hoje, a Tijuca entra para o roteiro das equipes. Todos os dias, a partir de 8h, os agentes saem do 6º BPM para percorrer as ruas do bairro.

Além desse, diariamente, as equipes partem de outros três pontos do Rio: 19º Batalhão da Polícia Militar, em Copacabana, e as Unidades de Ordem Pública (UOP) do Catete e do Centro.

Comboios com profissionais das secretarias de Governo,  Desenvolvimento Social e Ordem Pública, Comlurb, Guarda Municipal e a Polícia Militar percorrem as ruas, dia e noite, sete dias da semana.

No total, são 250 pessoas na operação. 

A população pode colaborar com a Força-Tarefa. O cidadão que presenciar qualquer tipo de irregularidade ou delito pode denunciar o fato diretamente à Central Força-Tarefa, por mensagem enviada por telefone celular. O serviço, que garante o anonimato do denunciante e mais agilidade na denúncia, funciona de 9h às 18h, de segunda a sexta-feira, pelo telefone (21) 985-958-606.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Sem direito à vida, submissão à droga

Na manhã desta quarta-feira, 27, acompanhei o lançamento da Campanha de Prevenção ao Uso de Drogas nas escolas, na Escola Municipal Orsina da Fonseca, na Tijuca. É uma iniciativa da Secretaria Municipal de Educação com atividades educativas, distribuição de uma cartilha para alunos do 6º ao 9º ano, além de peças gráficas produzidas pela MultiRio.

Cada vez mais poderosas em sua capacidade destrutiva, as drogas acabam com os sonhos de vida, sem dar direito para que jovens possam construir seus próprios universos. Uma realidade cada vez mais presente, numa esquina, numa rua, numa praça, dentro de um lar desfeito. A cocaína, o crack, e, mais recentemente, o oxi. Todas elas matam e cada vez mais rápido, em poucas semanas. Triste, muito triste, melancólico mesmo.

Na cidade do Rio, estamos trabalhando e agindo com ações pró-ativas para reverter este cenário na certeza de que iremos conseguir vencer essa luta tão desigual. Porém, o esforço tem que ser conjunto, de todos, do Poder Público, da sociedade civil e, principalmente, da família, que de perto deve acompanhar seus filhos sem nunca se descuidar. A qualquer percepção de alterações nas atitudes comportamentais o alerta deve ser acendido.

Brevemente, vamos reinaugurar a Casa Viva, na Zona Sul do Rio, para acolher e tratar jovens usuários e dependentes químicos. Na Zona Oeste temos três unidades funcionando que abrigam e tratam 60 jovens dependentes químicos, 40 deles meninos e outras 20 meninas. A SMAS mantém também a Unidade Municipal de Acolhimento Irmã Dulce, para abrigamento especializado de mulheres em situação de risco. Ao ano os centros da Zona Oeste do Rio faz mais 700 atendimentos e ali 260 crianças e adolescentes receberam tratamento especializados. Para nossa felicidade, 70 deles foram registrados como casos de sucesso com recuperação integral.