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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Não vamos desistir dessa luta



Participei do Bom Dia Rio de hoje, no qual fui entrevistado pela Ana Luíza Guimarães, para falar sobre as ações de combate ao crack e a internação involuntária de adultos, que a Prefeitura do Rio iniciou na madrugada de ontem. 

Passadas as primeiras 24 horas, ainda existem alguns usuários de crack às margens da Avenida Brasil. Acho que é importante ressaltar que a gente não tem como pretensão acabar com o consumo apenas com uma operação. Isso não existe.Até porque, naquela área ainda há venda de crack. E a comunidade da Maré não tem uma UPP. O tráfico continua e, obviamente, a gente vai ver gente consumindo crack naquele entorno.

O que estava em jogo era a necessidade urgente de combater a maior cracolândia do Rio. Um perigo iminente, não só para quem consumia drogas ali, mas para todos que passavam pela via expressa diariamente.

O primeiro passo a gente deu. E, tão importante quanto a internação involuntária é promover a ressocialização dessas pessoas. A Secretaria de Desenvolvimento Social também vai fazer o acompanhamento após o tratamento, através das unidades especializadas.

O prefeito Eduardo Paes também disponibilizou verba, tanto para a Saúde aumentar a rede de tratamento, quanto para que as equipes sejam montadas para dar todo o suporte necessário. Nós não estamos “limpando a área”, como alguns dizem. E não vamos desistir dessa luta.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Novos projetos, novas perspectivas

Ampliando um pouco mais o tema do post anterior, sobre as ações para o controle da população de rua no Rio, reforço que nossa preocupação é com a cidade do Rio como um todo. A Lapa foi destaque na matéria do jornal O Globo por ser um lugar de intenso movimento, e também por ter uma importância estratégica para a cidade, mas nossa ideia é criar um grupo de trabalho que atenda a todos os bairros do Rio, que irá cuidar da criação de novas medidas para que possamos dar uma resposta mais concreta sobre esse grave problema social que o Rio de Janeiro ainda enfrenta.

O prefeito Eduardo Paes ampliou de R$ 15 milhões para R$ 23 milhões a verba destinada à proteção especial. Com isso, vamos aumentar o número de equipes nas ruas e começar a dar um tratamento diferenciado aos abrigados. Se o cidadão vive algo tão sem perspectiva dentro de um abrigo, ele sempre acaba voltando pra rua. Iremos ampliar o número de vagas e fazer com que nossos abrigos sejam 'portas de saída', que eles tenham um trabalho de reinserção social para que não se transformem em um 'depósito de gente'.