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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Esmola que perpetua a pobreza!

Dar esmola ainda é um assunto polêmico. Há quem diga que é como discutir religião, time de futebol, política... Mas o fato é que dar esmola não é correto. Ela acaba por sustentar as pessoas na rua, alimentando, inclusive, seus vícios. Existem abrigos públicos, mas muitos deles não querem nem passar perto, por conta das regras desses espaços. Em geral, as pessoas dormem na rua porque preferem assim.

A prefeitura do Rio de Janeiro, através da SMAs, mantém 53 abrigos pela cidade, com projetos, exatamente, para tirar as pessoas da rua e dar a elas a assistência necessária. Isso inclui dar alimentação, capacitação profissional, possibilidade de reinserção à família e encaminhamentos para a rede de saúde. Podemos atender os pedintes nesses projetos. Dar esmola não é certo, já que favorece o consumo de droga e álcool. Muitas pessoas dão moedas apenas para ficar livres. É uma atitude que pode levar o pedinte para o fundo do poço. A esmola perpetua a pobreza e a miséria e estimula a permanência das pessoas nas ruas e que ficam fora do sistema de proteção social existente na prefeitura.

As pessoas devem contribuir apenas para instituições consideradas idôneas.

Você pode saber mais sobre os abrigos da cidade do Rio através da Ouvidoria da SMAS: 3973-3800.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Novos projetos, novas perspectivas

Ampliando um pouco mais o tema do post anterior, sobre as ações para o controle da população de rua no Rio, reforço que nossa preocupação é com a cidade do Rio como um todo. A Lapa foi destaque na matéria do jornal O Globo por ser um lugar de intenso movimento, e também por ter uma importância estratégica para a cidade, mas nossa ideia é criar um grupo de trabalho que atenda a todos os bairros do Rio, que irá cuidar da criação de novas medidas para que possamos dar uma resposta mais concreta sobre esse grave problema social que o Rio de Janeiro ainda enfrenta.

O prefeito Eduardo Paes ampliou de R$ 15 milhões para R$ 23 milhões a verba destinada à proteção especial. Com isso, vamos aumentar o número de equipes nas ruas e começar a dar um tratamento diferenciado aos abrigados. Se o cidadão vive algo tão sem perspectiva dentro de um abrigo, ele sempre acaba voltando pra rua. Iremos ampliar o número de vagas e fazer com que nossos abrigos sejam 'portas de saída', que eles tenham um trabalho de reinserção social para que não se transformem em um 'depósito de gente'.