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quinta-feira, 20 de março de 2014

Legalizar é o caminho?

Amanhã, o Conselho Municipal Antidrogas, que presido, vai realizar um debate sobre a legalização do uso de maconha no Brasil. O evento, com o tema "Legalizar é o caminho?" será às 9h, no auditório do Centro Municipal de Cidadania Rinaldo de Lamare, em São Conrado. 

Os termos do debate serão utilizados pelo Conselho Municipal Antidrogas para melhorar programas e atividades de prevenção, tratamento, recuperação e reinserção social. 

O debate será mediado por mim e trará três debatedores a favor - João Menezes, Jorge da Silva e Rubem César Fernandes e três contra - Jorge Antonio Jaber Filho, Mina Seinfeld de Carakushansky e Osmar Gasparini Terra - a legalização da maconha. 

Serão apresentados e discutidos dados importantes de cada país que adotou a descriminalização do uso de maconha e os caminhos que o assunto vem tomando no Brasil.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Cidadania: um direito de todos

No encontro de ontem, "CREAS Extra Muros", um dos principais destaques no debate entre os profissionais da assistência social e da saúde foram as perspectivas de uma cidade com melhores condições sócioeconômicas para seus moradores e a criação de novas alternativas de prestação de serviços de qualidade ao cidadão. Um bom exemplo de ação integrada para o desenvolvimento da autonomia daqueles que mais necessitam das políticas públicas é o Centro de Cidadania Rinaldo de Lamare, em São Conrado. Coordenado pela SMAS, o espaço é focado no atendimento social aos moradores da Rocinha e Vidigal.

O prédio por si já tem um simbolismo muito grande. Ali estão integrados diversos órgãos da prefeitura, que trabalham juntos no sentido de melhorar a vida das pessoas que vivem naquela região. Mais do que serviços nas áreas de saúde, educação, segurança, habitação e desenvolvimento, o Centro Rinaldo de Lamare oferece a possibilidade do exercício da cidadania.

Como acontece no Centro, em todo o município do Rio a assistência social serve como uma grande porta de entrada para as pessoas menos favorecidas. E esse é o nosso papel, o de exercer uma macro função social, promovendo a inclusão e democratizando o atendimento. Sempre trabalhando para formar cidadãos mais conscientes e atuantes, o que é um direito de todos.