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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Tecnologia a favor da educação

Precisamos dar os parabéns à iniciativa da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, que está usando a tecnologia a favor do aprendizado e como um instrumento transformador do ensino. 

Em 2013, o ano letivo de 300 mil estudantes do 1º ao 5º ano da rede pública será reforçado por aulas digitais do programa interativo Pé de vento. Todas as salas já estão sendo equipadas com projetores digitais e computadores com acesso à internet, permitindo que os professores usem a tecnologia no apoio ao ensino.

A experiência, já em prática para os alunos do 6º ao 9º ano, deu tão certo que o recurso digital foi ampliado também para o primeiro segmento. A ideia, da secretária Cláudia Costin, que foi absurdamente criticada por um certo candidato a prefeito durante a campanha, prova que o prefeito Eduardo Paes e sua equipe estão no caminho certo.

O objetivo é investir em novas mídias para complementar o trabalho dos docentes e assim oferecer um ensino cada vez melhor aos alunos da rede pública de ensino.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Moradia, urbanização, inserção social

O prefeito Eduardo Paes anunciou investimentos no valor de R$ 86 milhões nos próximos 18 meses nas comunidades do recém-pacificado Complexo de Manguinhos com a construção de conjunto habitacional de 700 moradias pelo programa Minha Casa Minha Vida, complementada por obras de reurbanização, projeto de área de lazer com instalação de equipamentos esportivos e cercas vivas num trecho de dois quilômetros às margens do Rio Jacaré e do Canal do Cunha. Sob a linha transmissão da Light, que não pode receber edificação, a prefeitura do Rio implantará hortas comunitárias visando produção de alimentos destinados à distribuição na comunidade.

Agilidade e resposta rápida são armas do bem que o Poder Público conta para enfrentar os anos de dominação e de enraizamento do tráfico durante anos na comunidade. Paralelamente também estão acontecendo ações de capitaneadas pela Comlurb de limpeza e recolhimento de 500 toneladas de lixo, de desobstrução e conservação das vias, de recuperação da iluminação públicas, entre muitos outros implementos objetivando melhorias de qualidade urbana.

Mas todo esse esforço de ocupação de pacificação estaria comprometido, caso a secretaria municipal de Assistência Social (SMAS) não se fizesse presente a primeira hora com suas equipes de agentes para executar operações sistemáticas de acolhimento de populações de usuários de crack e outras drogas.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Telhado de vidro

Telhado de vidro. É uma expressão bem antiga que define muito bem o que acontece com algumas pessoas que insistem e se atrevem a falar dos outros, mas esquecem de olhar para seu próprio umbigo. Ou melhor, o seu telhado de vidro tão vulnerável. Essa expressão, que era usada por nossos avós, resume o fim do segundo debate televisivo entre os candidatos à prefeitura do Rio, realizado ontem, pela Rede TV.

O tema principal foi a questão das milícias, que gerou uma discussão entre o candidato Marcelo Freixo (PSOL) e o atual prefeito, Eduardo Paes, candidato à reeleição pelo PMDB. O debate foi realizado depois da divulgação da Pesquisa Ibope que revelou a liderança folgada de Paes com 52% das intenções de voto. Talvez por causa disso, Freixo entrou na linha “leviandade e desespero”, como tão bem definiu o nosso prefeito. E mais uma vez fez acusações infundadas insinuando a ligação de Paes com milícias.

Só o que Freixo não esperava é que no próprio partido, o PSOL, há um candidato, Berg Nordestino, que é citado no relatório final da CPI das Milícias como Rosenberg, dono de um escritório onde eram negociados terrenos irregulares da milícia na Zona Oeste do Rio.

E não é o único caso. Como foi muito bem lembrado por Paes em sua resposta, no ano passado, o líder comunitário da Rocinha, William de Oliveira, assessor da vereadora tucana Andrea Gouvêa Vieira, foi preso negociando com Nem, que era o dono do tráfico na favela. O funcionário, que era empregado de Andréa, foi visto recebendo dinheiro de Nem, que era o maior traficante da área. Ou seja, como diz o velho ditado também do tempo da vovó: quem tem telhado de vidro não joga pedras no do vizinho.