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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Tragédia em Realengo

Esta tragédia na escola em Realengo não tem precedentes no Brasil. O atirador invadiu a escola municipal Tasso da Silveira, abriu as portas das salas de aula e mirou contra a cabeça dos alunos. Como pode uma pessoa fazer isto com crianças? Uma ação premeditada contra inocentes. Foram onze mortes e mais de 20 alunos ficaram feridos. A população do Rio está chocada, e a nós, enquanto poder público, cabe dar todo o apoio e assistência que essas pessoas precisam.

Equipes das 7ª, 8ª, 9ª e 10ª CAS da SMAS estão mobilizadas para prestar atendimento às famílias envolvidas direta e indiretamente nessa tragédia. Assistentes sociais e psicólogos da secretaria acompanham as famílias das vítimas na escola Tasso da Silveira e nos hospitais Albert Schwietzer, Saracuruna, Into, Adão Pereira Nunes, Pedro Ernesto e da PM. Profissionais do Núcleo de Direitos Humanos da SMAS também estão presentes nos locais para prestar atendimento jurídico às famílias das vítimas.

Mais informações sobre a Rede de Proteção Social do município na região de Realengo pelo telefone 3973-3800 - Ouvidoria da SMAS.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Em respeito aos Direitos Humanos

A intolerância sempre foi um dos combustíveis para regimes totalitários e ditaduras sanguinárias. Desde que assumi a SMAS, tenho procurado avançar nas questões relativas ao nosso Núcleo de Direitos Humanos. É nele que desenvolvemos projetos e programas como o Damas e o Agentes da Liberdade. O primeiro tem como meta combater o preconceito e favorecer o protagonismo social de transexuais e travestis. O segundo oferece a chance de reintegração comunitária e ao mercado de trabalho a pessoas que passaram pelo sistema prisional.

Nas duas iniciativas os beneficiários participam de capacitações teóricas e têm a oportunidade de fazer estágios laborativos em instituições públicas e privadas. Com o acompanhamento de assistentes sociais e psicólogos, a SMAS visa garantir a todos um atendimento digno e a possibilidade da conquista da cidadania plena e melhora na qualidade de vida. Afinal, como preconiza o artigo III da Declaração Universal dos Direitos Humanos: Toda pessoa tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição.