
Além de uma lista de questões sobre suas notas, saúde, uso de drogas e violência familiar, entre outras que foram consideradas pelo levantamento, os estudantes tiveram de responder se praticavam ou eram vítimas de bullying. A pesquisa concluiu que 43,9% dos alunos do ensino fundamental foram afetados, assim como 30,5% dos que frequentavam o ensino médio. Também foi constatado que a probabilidade de ocorrer problemas de saúde mental ou o uso de bebidas alcoólicas em decorrência do bullying, foi significativamente elevada tanto para os praticantes da violência, quanto para as suas vítimas ou para os 'praticantes-vítimas'. Sim, porque quem sofre a violência pode transmiti-lo adiante, o que torna ao comportamento uma prática sem fim.
Massachusetts aprovou uma legislação contra o bullying em maio de 2010, que proíbe a ação em escolas e na Internet. Esse é um bom exemplo que podemos adotar. Temos que exigir que as escolas desenvolvam práticas para evitar o problema e para intervir se algum caso for descoberto. Os professores e os pais têm um papel muito importante na prevenção.