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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Apoio por tempo indeterminado

As equipes da Secretaria Municipal da Assistência Social (SMAS) irão continuar, enquanto for necessário, com o trabalho de apoio socioassistencial às famílias das vítimas da tragédia da Escola Municipal Tasso da Silveira. Além da assistência psicológica na própria escola, nos hospitais para onde foram encaminhados os feridos e no Instituto Médico Legal, os profissionais estão auxiliando os familiares no processo de reconhecimento dos corpos e nos trâmites necessários para os sepultamentos. A Prefeitura, por meio da SMAS, disponibilizou o custeio de todos os sepultamentos para as famílias que desejassem. Até o momento foram confirmados onze sepultamentos para hoje.

Também vamos dar início, a partir de amanhã, às ações de acompanhamento psicológico e social, por tempo indeterminado, às famílias dos 1.172 alunos da escola de Realengo. Serão realizadas visitas domiciliares com o objetivo de identificar as necessidades das famílias, para depois encaminhá-las ao atendimento da rede especializada do município. Também serão organizados grupos de convivência nos Centros de Referência Especializados da Assitência Social (CREAS), para que essas pessoas possam receber todo o apoio necessário, superem esse trauma e consigam retomar suas atividades.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Tragédia em Realengo

Esta tragédia na escola em Realengo não tem precedentes no Brasil. O atirador invadiu a escola municipal Tasso da Silveira, abriu as portas das salas de aula e mirou contra a cabeça dos alunos. Como pode uma pessoa fazer isto com crianças? Uma ação premeditada contra inocentes. Foram onze mortes e mais de 20 alunos ficaram feridos. A população do Rio está chocada, e a nós, enquanto poder público, cabe dar todo o apoio e assistência que essas pessoas precisam.

Equipes das 7ª, 8ª, 9ª e 10ª CAS da SMAS estão mobilizadas para prestar atendimento às famílias envolvidas direta e indiretamente nessa tragédia. Assistentes sociais e psicólogos da secretaria acompanham as famílias das vítimas na escola Tasso da Silveira e nos hospitais Albert Schwietzer, Saracuruna, Into, Adão Pereira Nunes, Pedro Ernesto e da PM. Profissionais do Núcleo de Direitos Humanos da SMAS também estão presentes nos locais para prestar atendimento jurídico às famílias das vítimas.

Mais informações sobre a Rede de Proteção Social do município na região de Realengo pelo telefone 3973-3800 - Ouvidoria da SMAS.