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segunda-feira, 10 de março de 2014

Começa hoje a vacinação contra o HPV

A partir de hoje, todas as clínicas da Família e centros municipais de Saúde do Rio de Janeiro irão oferecer a vacina contra o papiloma vírus humano (HPV), para prevenir o câncer de colo do útero.

As adolescentes entre 11 e 13 anos são a população alvo da campanha. Por isso, equipes de vacinação irão a algumas escolas das redes pública e privada.

Para receber a dose nas unidades de saúde, basta apresentar o cartão de vacinação ou documento de identidade. Para receber a vacina nas escolas participantes da campanha, os pais deverão assinar um termo de autorização.

Cada adolescente deverá tomar três doses para completar a proteção, sendo que a segunda, seis meses depois, e a terceira, cinco anos após a primeira dose. A vacina contra o HPV tem eficácia comprovada para proteger mulheres que ainda não tiveram contato com o vírus e é utilizada como estratégia de saúde pública em 51 países. O câncer de colo de útero é o terceiro que mais atinge as mulheres, segundo a Organização Mundial da Saúde. 

Em 2015, a vacina passa a ser oferecida para as adolescentes de 9 a 11 anos e, em 2016, às meninas de 9 anos.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Droga é a maior causa de abandono de crianças no Brasil

O jornal O Globo desta segunda traz uma reportagem com dados alarmantes. Pelo menos 46 mil crianças e adolescentes vivem hoje em abrigos no Brasil. 

Nos últimos dois anos, a cada dia 38 meninas e meninos de até 15 anos de idade foram vítimas de abandono ou negligência, segundo dados do Mapa da Violência 2014 — Crianças e Adolescentes, que reúne notificações da rede de saúde. Ao mesmo tempo em que pratica regras mais rígidas e evita separar pais e filhos, o país perde a guerra contra os efeitos devastadores do crack nas famílias. Segundo pesquisa do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), mais de 80% dos encaminhamentos de crianças e adolescentes a abrigos estão vinculados à dependência química dos pais. E a droga por trás dos números, segundo os especialistas, é o crack.

Dos 27.625 casos de abandono e negligência nesses últimos dois anos, incluídos no Mapa da Violência, 61% são de crianças com até 4 anos — fase em que desenvolvem a capacidade cognitiva, que é conhecer, entender e se relacionar com o mundo. Além do abandono, as crianças são vítimas de outros tipos de violência. No caso dos meninos, trabalho infantil (58%) e violência física (53,8%) lideram a lista. As meninas sofrem violência sexual (81,2%) e são vítimas de tráfico humano (76,9%) e tortura (55,8%).

O destino de órfãos do crack preocupa. Apenas 20% dos municípios brasileiros têm abrigos cadastrados pelas autoridades, de acordo com o Censo 2012 do Sistema Único de Assistência Social. Ou seja, ou não há abrigos ou são clandestinos. Não são raros casos em que as crianças são deixadas com vizinhos ou conhecidos. Há outra questão ainda mais delicada: o uso de crack pela mãe engrossa a lista dos preconceitos que permeiam a adoção. Há receio de que os bebês abandonados venham a sofrer transtornos mentais no futuro, associados à droga consumida durante a gestação.

E ainda tem gente que é contra o abrigamento e a internação compulsória de usuários de crack. Sempre defendi porque acredito ser uma possibilidade de salvar vidas. Estamos falando de pessoas que se distanciaram da família, vivem nas ruas e não fazem outra coisa a não ser se drogar. Presas ao vícios, essas pessoas perdem a liberdade de viver. 

Ainda tem gente que é a favor da legalização da maconha. Sou contra, pois, em geral, quem está dominado pelo vício do crack entrou no mundo das drogas pela maconha.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Menos pressão!

Hoje é o Dia Nacional de Combate e Prevenção à Hipertensão Arterial. A data foi criada com o objetivo de conscientizar a população sobre a prevenção e controle da doença.

Segundo dados do Ministério da Saúde, no Brasil, 23,3% são hipertensos. De acordo com a pesquisa, o número aumenta para 25,5% entre as mulheres, contra 20,7% nos homens.

Quanto mais precocemente detectada, mais chances de tratamento. Mas o ideal é prevenir. Confira as dicas para a sua pressão ser sempre 12 por 8:

  • Reduza o consumo de sal na alimentação e verifique a quantidade de sal nos rótulos.
  • Pratique exercícios físicos regularmente.
  • Não fume.
  • Reduza o consumo de álcool e se possível, não beba.
  • Tenha uma alimentação saudável, com menos frituras e alimentos gordurosos. E mais frutas, fibras, vegetais, legumes, carnes brancas e alimentos ricos em potássio.
  • Diga não ao sedentarismo e mantenha o peso adequado.
  • Evite o estresse.
  • Meça a sua pressão.
  • Consulte o seu médico ou profissional de saúde regularmente e siga as orientações dele.
  • Ame a sua vida e o seu coração.
  • E, principalmente, previna-se!