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sexta-feira, 23 de maio de 2014

Aumento de roubos feitos por pessoas em motos

Foi destaque no jornal Extra de hoje o aumento de roubos feitos por pessoas em motos. 

Em 2009, quando fui da Secretaria de Ordem Pública, a Prefeitura fez uma parceria com a Polícia Civil para ter blitz em pontos de altos índices de delitos. A Guarda Municipal também apoiava averiguando os documentos das motos. 

Essa é uma ideia que pode ser reeditada nesse momento. Não é preconceito, mas viu uma moto com um carona; para e pede a documentação. Ninguém morreu por se identificar à polícia.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

A UPP tem que ficar!

Em protesto à morte do jovem Douglas Rafael da Silva Pereira, pessoas atacaram a sede da UPP do Pavão-Pavãozinho, nesta madrugada. É compreensível o sentimento de revolta e indignação, mas é importante que a população não desista de acreditar nas forças de pacificação.

As Unidades de Polícia Pacificadora começaram a mudar o cenário da segurança no Rio de Janeiro, desde dezembro de 2008, com a implantação da primeira UPP, na favela Santa Marta, em Botafogo.

De lá pra cá, a cidade vive em clima esperança. As comunidades que não receberam uma UPP, ainda, esperam ansiosas pela sua hora de pacificação.

A implantação de cada Unidade significa a retomada do território e o renascimento de mais uma região livre do poder paralelo. Isso representa vida nova para mais cariocas. 

Não podemos retroceder na política de pacificação. 

A UPP veio para ficar.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Sou radicalmente contra invasões

A Polícia Militar começou no início da manhã desta sexta-feira a reintegração de posse da "Favela da Telerj", espaço que pertence a Oi, no Engenho Novo, Zona Norte do Rio. O terreno de 50 mil m² foi invadido por cerca de 5 mil pessoas, há duas semanas, aproximadamente.

Cerca de 1.600 homens da Polícia participam da operação e a desocupação começou de forma pacífica, mas confrontos mudaram o cenário da ação. Invasores puseram fogo dentro do terreno, ônibus, caminhões e carros queimados, manifestantes atirando pedras e coquetéis molotov contra os militares, que reagem com bombas de efeito moral e tiros com balas de borracha, agências bancárias saqueadas e quebradas, barricadas de fogo na rua e confronto a todo instante.

Sou radicalmente contra invasões. Nenhum governo pode ceder a um movimento como esse. Há programas habitacionais muito bem executados, como o Minha Casa Minha Vida, que, só no Rio de Janeiro, já entregou mais de 30 mil residências.

Há um cadastro, uma fila de espera, um trâmite que deve ser respeitado. Invasores não podem ganhar um prêmio porque invadiram. Não é justo que pulem a fila e entrem na frente de quem está devidamente cadastrado, aguardando a sua vez de ser beneficiado.

E, no caso dessa invasão, está claro que está longe de ser algo espontâneo, feito por quem precisa de um teto para viver com a sua família.

A empresa Oi, por sua vez, cometeu uma sucessão de erros, a começar pela falta de iniciativas no primeiro momento dessa ocupação. Quando as pessoas começaram a chegar, a Oi deveria ter plantado uma segurança no local e procurado as autoridades para as providências cabíveis, como o cadastramento das famílias e o impedimento de novos ocupantes.

terça-feira, 25 de março de 2014

Operação Força-Tarefa chega à Tijuca, HOJE

Desde o dia 18 de fevereiro, implantei a Operação Força-Tarefa, do Centro à Zona Sul, para combater pequenos delitos. A partir de hoje, a Tijuca entra para o roteiro das equipes. Todos os dias, a partir de 8h, os agentes saem do 6º BPM para percorrer as ruas do bairro.

Além desse, diariamente, as equipes partem de outros três pontos do Rio: 19º Batalhão da Polícia Militar, em Copacabana, e as Unidades de Ordem Pública (UOP) do Catete e do Centro.

Comboios com profissionais das secretarias de Governo,  Desenvolvimento Social e Ordem Pública, Comlurb, Guarda Municipal e a Polícia Militar percorrem as ruas, dia e noite, sete dias da semana.

No total, são 250 pessoas na operação. 

A população pode colaborar com a Força-Tarefa. O cidadão que presenciar qualquer tipo de irregularidade ou delito pode denunciar o fato diretamente à Central Força-Tarefa, por mensagem enviada por telefone celular. O serviço, que garante o anonimato do denunciante e mais agilidade na denúncia, funciona de 9h às 18h, de segunda a sexta-feira, pelo telefone (21) 985-958-606.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Força-tarefa da Prefeitura do Rio com a PM completa uma semana

A Operação Força-Tarefa da Prefeitura do Rio com a Polícia Militar, iniciada em 18/02, completou uma semana, com um fato que chama a atenção dos agentes: criminosos e foragidos da polícia estão infiltrados no meio de moradores em situação de rua. No Centro, das 69 pessoas que foram conduzidas à delegacia, 30 já tinham passagem pela polícia por estupro, tentativa de homicídio, furto e roubo. Três pessoas foram presas.

Na madrugada da última segunda-feira (24/02), um adulto em situação de rua e com problemas de saúde foi socorrido e levado para o Hospital Souza Aguiar. Na parte da tarde, a equipe de abordagem encontrou um celular e pertences que foram roubados por um menor. O adolescente foi encaminhado à DPCA. Em uma semana, foram acolhidos 145 adultos e 186 crianças e adolescentes.

Em Copacabana, depois de passar por identificação, um homem foi preso. Ele tinha mandado de prisão de oito anos e oito meses, expedido no Mato Grosso do Sul. Na manhã de segunda-feira (24), uma mãe com um bebê foi encontrada em condições insalubres. Ambos foram encaminhados ao Conselho Tutelar, e encaminhados para um abrigo. Foram acolhidos 193 adultos e 59 crianças e adolescentes.

A equipe do Catete, que percorreu os bairros do Catete, Largo do Machado, Glória, Flamengo, Parque do Flamengo, Laranjeiras e Botafogo, acolheu 41 adultos e 11 crianças e adolescentes. Foram levadas para a delegacia 90 pessoas. Dessas, quatro foram presas e uma delas recapturada. Um adolescente, que usava tíner na Praia de Botafogo, tinha 12 passagens pela polícia por furto, posse de arma branca e entorpecentes.

Além disso, em uma semana, a Comlurb recolheu sete toneladas de lixo urbano, do Centro à Zona Sul.

A Força-Tarefa é uma operação da Prefeitura com a Polícia Militar para combater pequenos delitos na cidade. Comboios com profissionais das secretarias municipais de Governo, Desenvolvimento Social e Ordem Pública, Comlurb, Guarda Municipal e da Polícia Militar estão percorrendo as ruas do Centro à Zona Sul, dia e noite, sete dias da semana.

- Estamos vendo que essas ações integradas, propostas pela força-tarefa, dão respostas mais imediatas aos problemas. E o nosso objetivo é exatamente esse: trabalhar com todos os órgãos simultaneamente, de forma mais coordenada e integrada - afirmou o secretário de Governo, Rodrigo Bethlem, coordenador do projeto. 

Diariamente, as equipes partem de três pontos do Rio: 19º Batalhão da Polícia Militar, em Copacabana, e as Unidades de Ordem Pública (UOP) do Catete e do Centro. No total, a operação reúne 250 pessoas, em equipes formadas por guardas municipais, policiais militares, assistentes sociais e agentes da Ordem Pública e do Governo.

FONTE: http://www.rio.rj.gov.br/web/guest/exibeconteudo?id=4617640

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Não podemos relaxar!

Uma reportagem da revista Veja mostrou que uma facção criminosa do Rio fez uma aliança com uma quadrilha que atua nos presídios de São Paulo. 

Segundo a publicação, os bandidos do Rio querem fazer uma aliança com os de São Paulo para tentar recuperar os pontos de venda de drogas nos territórios pacificados. 

Quem mora no Rio, principalmente em áreas em que há uma Unidade de Polícia Pacificadora, sabe o quanto a cidade mudou desde que a Secretaria de Segurança começou a instalar UPPs pela cidade. 

São quase cinco anos de trabalho e muita luta. A Polícia Militar ainda enfrenta resistência do tráfico, sobretudo na Rocinha e nos Complexos da Penha e do Alemão. 

A pacificação nas comunidades que antes eram dominadas pelo tráfico é um legado que ficou para os moradores, e que ainda vai se perpetuar. 

Os bandidos querem voltar ao que era antes. Não podemos relaxar!

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Polícia para quem precisa

Consequência dos protestos Black blocs: além do vandalismo, o desvio de policiais para as manifestações deixou áreas livres para o crime. Segundo a Polícia Militar, o deslocamento de policiais para os protestos contribuiu para o aumento do número de ocorrências criminais no Estado do Rio.

Indicadores de criminalidade divulgados ontem pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) apontam que, em agosto, o número de homicídios dolosos (quando há intenção de matar) teve aumento de 19% no município do Rio, e 38% no estado, comparados ao mesmo período do ano passado. Os roubos a estabelecimentos comerciais aumentaram 44,54%; a residências, 26%; de veículos, 44,31%; a transeuntes, 32,46%; e em coletivos, 82,31%. 

Desde junho, o Centro e a Zona Sul da cidade têm sido palco de protestos que, em sua maioria, terminam em confrontos com policiais e depredações de estabelecimentos comerciais e prédios públicos, por integrantes dos chamados Black Blocs. Enquanto os policiais são deslocados de suas áreas para conter baderneiros e vândalos, moradores de outras áreas, que pagam impostos e têm direito à segurança pública, ficam sem o serviço e completamente descobertos. 

Em outras palavras, essas manifestações com depredações no final por parte desses baderneiros, não só deram prejuízo ao patrimônio público e privado, como também serviram para atrapalhar o serviço de segurança pública. 

A segurança pública é um dever do Estado e é um direito de todos.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Mostra a sua cara

Projeto de lei que proíbe máscaras em protestos foi aprovado ontem, na Assembleia Legislativa do Rio.

O uso de máscaras só será permitido em manifestações culturais estabelecidas no calendário oficial do estado, como o Carnaval, por exemplo.

O projeto prevê ainda que as manifestações sejam comunicadas ao batalhão da Polícia Militar da região, com 48 horas de antecedência. Ou convocadas com o mesmo prazo pelas redes sociais.

A aprovação de ontem, foi uma resposta à violência provocada por alguns ativistas mascarados que não têm coragem de mostrar o rosto, os integrantes do tal movimento Black Bloc.

Vândalos que depredam o patrimônio público e promovem a violência. Fascistas que reproduzem as atuações de militantes de extrema direita e acabaram com o direito de ir e vir dos cariocas. 

Quem está bem intencionado, não tem razão nenhuma para esconder a cara.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Mais reforço dentro das comunidades pacificadas

Vai começar na segunda quinzena de setembro a operação União de Paz.

A ação tem como objetivo reforçar as intervenções dentro das Unidades de Polícia Pacificadora, aumentando a abordagem, a busca de armas e os patrulhamentos preventivos.

A informação foi anunciada hoje pelo coronel Frederico Caldas, coordenador de Polícia Pacificadora, durante a troca de comando de 25 dos 34 comandantes de UPPs.

Há quase cinco anos, desde a implantação da primeira UPP, que a segurança pública do Rio de Janeiro mudou com a política de pacificação. 

Pode ainda não ser a ideal, mas as pesquisas mostram resultados cada vez melhores. O caminho é melhorar ainda mais.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Eu compartilho essa ideia


Multa para os sem educação

A partir de julho, quem for flagrado jogando lixo no chão do Rio vai pagar multa. A medida foi anunciada ontem pelo prefeito Eduardo Paes. 

O objetivo é acabar com esse péssimo hábito que algumas pessoas têm de jogar detritos nas vias públicas. A intenção também é criar um efeito constrangedor e incentivar o carioca a ter cuidado com o espaço público.

A fiscalização será realizada pela Comlurb com o apoio da Guarda Municipal e da Polícia Militar. A multa será emitida na hora, de acordo com o espaço ocupado pelo detrito.

Para resíduos pequenos, que tenham tamanho igual ou menor ao de uma lata de alumínio, o valor é de R$ 157. Para maiores, a multa sobe para R$ 392. O que for descartado com tamanho acima de um metro cúbico, custará R$ 980.

Se o sujão se recusar a dar o CPF para a multa ser registrada, vai ser levado para a delegacia mais próxima, como já ocorre com os mijões.

Trata-se de uma lei educativa. A ideia é que algumas pessoas retomem o antigo hábito de não jogar lixo no chão, geralmente aprendido na infância.

Acho triste ter que criar uma lei para que as pessoas tenham mais educação. Mas acho que precisamos, sim, criar um mecanismo para que haja uma mudança cultural, e definitiva no comportamento das pessoas, conscientizando a todos sobre a importância de se manter uma cidade limpa.

Afinal, ninguém joga lixo na própria casa, não é mesmo?

quinta-feira, 31 de março de 2011

SMAS na luta contra o crack

Mais no RJTV de hoje: falei ao vivo, do Batalhão de Irajá, sobre as ações da SMAS para o atendimento e o encaminhamento de usuários de crack que foram pegos na operação da Polícia Militar no Morro do Cajueiro, na manhã desta quinta-feira. Até o momento, os policiais apreenderam oito crianças e prenderam 75 pessoas - 60 homens e 15 mulheres - que estavam consumindo crack nas imediações do morro. Todos os presos terão o passado averiguado e os que já tiverem passagem pela polícia ficarão detidos. As outras pessoas serão encaminhadas para os abrigos da prefeitura e aqueles que precisarem de atendimento médico serão conduzidos às unidades de tratamento.

A SMAS conta com equipes multidisciplinares e realiza um trabalho em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde para que essas pessoas possam receber o tratamento adequado. O crack é um problema sério e estamos nos equipando para tratar essa questão de forma cada vez mais efetiva e eficiente.

Clique aqui e confira a reportagem com a entrevista completa.