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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Proximidade completa um ano

O Projeto Proximidade, que atua no Complexo da Maré, completou um ano. 

Desenvolvido pela Prefeitura do Rio, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, o projeto desenvolve um belo trabalho junto a usuários de crack na região do Parque União, na Maré. 

Ao longo desse ano, foi feito um levantamento das pessoas atendidas. Dos 1.154 entrevistados, 40% disseram que problemas com as respectivas famílias são o motivo de estarem nas ruas, e 34% atribuem a situação ao uso de drogas. 

O estudo mostra que 72% são homens, 60% não chegaram a completar o ensino fundamental, 55% não têm qualquer tipo de ocupação e 45% estão nas ruas há um ano. 

O Proximidade faz uma aproximação fundamental para ajudar esses moradores em situação de rua e a encontrar caminhos mais eficazes na luta contra o crack.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Você se lembra?

https://www.youtube.com/watch?v=iNmCcN2DrP0#t=50
Durante o período em que estive à frente da secretaria de Assistência Social, trabalhei para melhorar a qualidade de vida da população e travei uma verdadeira batalha contra o crack, uma droga devastadora que acaba, não só com a com a vida dos usuários, como da sua família. 

FONTE: Bom Dia Rio (Globo) 
DATA: 10 nov 2010

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Lugar de criança não é na rua

A imagem de uma criança de 9 anos descendo de velocípede o Elevado Paulo de Frontin em meio aos carros chocou a todos.

Segundo o Ministério Público, a Justiça já havia decretado um mandado de busca e apreensão porque a criança vivia em situação de abandono, correndo risco nas ruas.

Ontem, o MP informou que o menino foi retirado da guarda da mãe, já que estava vivendo em situação de risco.

Esta é uma prova inequívoca que lugar de criança não é na rua. O direito de ir e vir da criança não sobrepõe o direito à vida e à integridade física.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Arte para todos

Começa amanhã a segunda edição do ArtRua, o Festival de Arte Urbana.

Este ano, ele acontece de 5 a 8 de setembro, nos Galpões da Gamboa (Rua da União s/nº), que recebem o primeiro grande evento após a conclusão das obras de restauração do programa Porto Maravilha Cultural.

Na programação, oficinas, palestras, apresentações, intervenções circenses, peças teatrais, shows, festas, grafiteiros e artistas plásticos nacionais e internacionais. 

A novidade este ano é um curso de arte urbana para moradores da Região Portuária, com início em outubro. 

 O ArtRua é um festival paralelo ao ArtRio, a Feira Internacional de Arte, que ocupará os armazéns 1,2,3 e 4 do Píer Mauá. É um excelente programa e vale a pena visitar. E ainda é gratuito! 

Confira a programação na página oficial: www.facebook.com/ArtRua2013

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Eu compartilho essa ideia


Multa para os sem educação

A partir de julho, quem for flagrado jogando lixo no chão do Rio vai pagar multa. A medida foi anunciada ontem pelo prefeito Eduardo Paes. 

O objetivo é acabar com esse péssimo hábito que algumas pessoas têm de jogar detritos nas vias públicas. A intenção também é criar um efeito constrangedor e incentivar o carioca a ter cuidado com o espaço público.

A fiscalização será realizada pela Comlurb com o apoio da Guarda Municipal e da Polícia Militar. A multa será emitida na hora, de acordo com o espaço ocupado pelo detrito.

Para resíduos pequenos, que tenham tamanho igual ou menor ao de uma lata de alumínio, o valor é de R$ 157. Para maiores, a multa sobe para R$ 392. O que for descartado com tamanho acima de um metro cúbico, custará R$ 980.

Se o sujão se recusar a dar o CPF para a multa ser registrada, vai ser levado para a delegacia mais próxima, como já ocorre com os mijões.

Trata-se de uma lei educativa. A ideia é que algumas pessoas retomem o antigo hábito de não jogar lixo no chão, geralmente aprendido na infância.

Acho triste ter que criar uma lei para que as pessoas tenham mais educação. Mas acho que precisamos, sim, criar um mecanismo para que haja uma mudança cultural, e definitiva no comportamento das pessoas, conscientizando a todos sobre a importância de se manter uma cidade limpa.

Afinal, ninguém joga lixo na própria casa, não é mesmo?

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Esquentando os tamborins

A menos de duas semanas para o Carnaval, a prefeitura do Rio já está a pleno vapor para garantir uma festa tranquila aos cerca de seis milhões de foliões que devem desfilar pelas ruas da cidade em 490 blocos.

Para isso, foi organizado um esquema especial que vai contar com um efetivo de 7773 guardas municipais e agentes da Secretaria Municipal de Ordem Pública, que vão fiscalizar, entre outras coisas, coibindo o xixi na rua, ambulantes não autorizados, o acampamento em vias públicas e o estacionamento irregular.

Para facilitar ainda mais o trabalho, o Centro de Operações vai dar uma mãozinha e monitorar a circulação dos foliões, além de colocar equipes nos blocos para dar informações à base sobre trânsito, iluminação, circulação, conservação do patrimônio, e o que mais aparecer para as 900 câmeras instaladas.

No trânsito, 985 homens vão atuar, mas a recomendação é usar o transporte público. Para facilitar a locomoção, o metrô vai funcionar ininterruptamente das 5h do dia 8 de fevereiro até 23h do dia 12.

Tudo para garantir uma festa bem bacana aos cariocas e turistas que vão vir curtir o Carnaval do Rio que, aliás, venceu o trio elétrico de Salvador e o frevo do Recife, e está na primeira posição na procura por imóveis para alugar, feita por um site de alugueis de temporada.

Então cabe a todos fazer a sua parte, sem xixi na rua e se divertindo a valer, com muita paz e tranquilidade, e fazendo juz à fama que tem. Afinal, o Rio tem o melhor Carnaval do mundo!

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Mobilização em Defesa da Criança e Adolescentes em Situação de Rua

A Lapa será palco de uma série de atividades artísticas e de prevenção, que marcam o Dia Nacional de Mobilização em Defesa das Crianças e Adolescentes em Situação de Rua. A Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS), o Conselho Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente e a Rede Rio Criança são alguns dos órgãos que estarão juntos para alertar a sociedade e o poder público sobre o desrespeito aos direitos da criança e adolescentes garantidos na Constituição e no Estatuto da Criança sobre diferentes modalidades de abusos e violências.

Estarão na Lapa autoridades governamentais e organizações da sociedade civil preocupadas com o problema social. Ao longo do dia acontecerão oficinas lúdicas, atividades esportivas e de lazer, encenações teatrais sobre a temática da mobilização, orientação sobre doenças sexualmente transmissíveis com distribuição de preservativos, apresentações musicais, distribuição de material informativo e educativo.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Esmola que perpetua a pobreza!

Dar esmola ainda é um assunto polêmico. Há quem diga que é como discutir religião, time de futebol, política... Mas o fato é que dar esmola não é correto. Ela acaba por sustentar as pessoas na rua, alimentando, inclusive, seus vícios. Existem abrigos públicos, mas muitos deles não querem nem passar perto, por conta das regras desses espaços. Em geral, as pessoas dormem na rua porque preferem assim.

A prefeitura do Rio de Janeiro, através da SMAs, mantém 53 abrigos pela cidade, com projetos, exatamente, para tirar as pessoas da rua e dar a elas a assistência necessária. Isso inclui dar alimentação, capacitação profissional, possibilidade de reinserção à família e encaminhamentos para a rede de saúde. Podemos atender os pedintes nesses projetos. Dar esmola não é certo, já que favorece o consumo de droga e álcool. Muitas pessoas dão moedas apenas para ficar livres. É uma atitude que pode levar o pedinte para o fundo do poço. A esmola perpetua a pobreza e a miséria e estimula a permanência das pessoas nas ruas e que ficam fora do sistema de proteção social existente na prefeitura.

As pessoas devem contribuir apenas para instituições consideradas idôneas.

Você pode saber mais sobre os abrigos da cidade do Rio através da Ouvidoria da SMAS: 3973-3800.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Novos projetos, novas perspectivas

Ampliando um pouco mais o tema do post anterior, sobre as ações para o controle da população de rua no Rio, reforço que nossa preocupação é com a cidade do Rio como um todo. A Lapa foi destaque na matéria do jornal O Globo por ser um lugar de intenso movimento, e também por ter uma importância estratégica para a cidade, mas nossa ideia é criar um grupo de trabalho que atenda a todos os bairros do Rio, que irá cuidar da criação de novas medidas para que possamos dar uma resposta mais concreta sobre esse grave problema social que o Rio de Janeiro ainda enfrenta.

O prefeito Eduardo Paes ampliou de R$ 15 milhões para R$ 23 milhões a verba destinada à proteção especial. Com isso, vamos aumentar o número de equipes nas ruas e começar a dar um tratamento diferenciado aos abrigados. Se o cidadão vive algo tão sem perspectiva dentro de um abrigo, ele sempre acaba voltando pra rua. Iremos ampliar o número de vagas e fazer com que nossos abrigos sejam 'portas de saída', que eles tenham um trabalho de reinserção social para que não se transformem em um 'depósito de gente'.

Lapa: ações para o controle da população de rua

Matéria publicada no jornal O Globo de hoje trata sobre a questão dos moradores de rua na Lapa. É uma situação que nos preocupa, não apenas em relação ao Centro, mas em todas as regiões da cidade.

A partir de amanhã, dia 29, a Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS) irá criar um grupo específico para estudar a situação da Lapa e propor soluções. Entre outras medidas que iremos implementar neste ano, o número de equipes de abordagem será aumentado - ainda em abril - , a verba anual destinada à proteção de pessoas em situação de abandono foi reforçada em R$ 8 milhões, e os critérios de abordagem dos menores também irá sofrer alterações, a partir de um estudo que será realizado em parceria com o Ministério Público.

Clique aqui para ler a reportagem completa.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Rua não é lugar de criança

Hoje foi ao ar uma reportagem do SBT sobre crianças e adolescentes de rua. O Brasil tem cerca de 23 mil menores vivendo nas ruas das grandes cidades. No Rio, muitos deles já nasceram sem casa e são viciados em crack. Essa doença é um dos maiores desafios da assistência social, mas estamos empenhados em combater esse problema. O número de equipes de abordagem e de funcionários da SMAS já está aumentando. Os bons exemplos existem e estamos trabalhando para que eles se multipliquem.

Clique aqui para assistir a reportagem.

terça-feira, 15 de março de 2011

A força do carnaval de rua do Rio

O carnaval de rua no Rio de Janeiro ressurgiu com força total nos últimos anos. Muitos cariocas que antes deixavam a cidade, seja por falta de opções, ou por se identificarem por outros estilos de folia, hoje ficam para curtir a festa na Cidade Maravilhosa. Acredito que um dos principais motivos para essa permanência seja o ordenamento e o suporte que vêm sendo promovidos pela Prefeitura do Rio aos blocos de carnaval.

Se o carnaval de rua já pode ser considerado uma instituição em nossa cidade, fica claro que a festa precisa estar organizada para que seja plena. Que os demais serviços públicos têm que estar de prontidão e garantir a segurança de pierrôs, colombinas, além de acessos e alguma tranquilidade àqueles que preferem ficar mais distantes do samba.


Este ano, o público nos blocos de rua superou o estimado em 2 milhões. A Zona Sul teve mais de 1,5 milhões de foliões, o dobro do esperado. Desta forma, penso ser correta a intensão do município de diminuir o número de blocos nessa região da cidade. Não há infra-estrutura que comporte evento desta dimensão sem que incorramos em problemas graves de ordenamento urbano. Muitas vezes precisamos voltar um passo para caminhar com firmeza e atrair ainda mais investimentos para o nosso município.

Muitos avanços já foram consolidados no carnaval carioca pela Prefeitura do Rio. Outros estrearam este ano, como o contêiner da campanha “Carnaval sem Preconceito”, que funcionou com assistentes sociais da Secretaria Municipal de Assistência Social, na praça General Osório, em Ipanema. Foram 122 atendimentos neste posto durante os 5 dias de folia. A festa não pode parar, mas os ajustes são necessários quando o poder público se faz presente.